sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Todos os Dias

Viver os dias de uma vez
Até secar os tubos
Hedonismo exagerado
Alarmante e concentrado
Sair de dentro do casulo

Pra ser lembrado
Ou esquecido
Ou nem notado
Fazer o que tem que ser feito
Na medida do possível
E não parecer nulo
Estático
Estagnadamente ingrato
À vida que presenteia os doidos varridos do dia
Com o prêmio de consolação da noite

2 comentários:

Bárbara (B.) disse...

Preciso adotar o teu poema como filosofia de vida. As coisas passam, um dia serei eu.

Beijo meu.

Ps: Que bom que gostou do presente. :)

Ana D disse...

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