segunda-feira, 26 de outubro de 2009
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Bastardos Tipografos
Duas paixões: tipografia e Tarantino.
nem preciso dizer mais nada.
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segunda-feira, 19 de outubro de 2009
terça-feira, 13 de outubro de 2009
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Future Vision
Essa é a maneira que a Microsoft imagina a integração das novas tecnologias à vida das pessoa. Pois bem, eles deviam então começar a aplicá-la nos layouts do Windows.
Babei na direção de arte, impecável.
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quinta-feira, 8 de outubro de 2009
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Percurso
___Quarto de século
quase inteiro já se foi
___tocando o foda-se
carnal intenso e vil
___aos que desprezo
peço um brinde
___e para mim?
Só peço o filme
___que se faça por si só
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Marcadores: Poesia
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
terça-feira, 8 de setembro de 2009
terça-feira, 21 de julho de 2009
Pixo
Assista um trecho do documentário Pixo feito pelo fotografo da Folha de São Paulo João Wainer que discute a pichação na cidade de São Paulo. O documentário contem registros inéditos de várias ações dos pichadores inclusive a invasão do Centro Universitário Belas Artes que eu comentei aqui.
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sexta-feira, 29 de maio de 2009
Café da Tarde
Pra inspirar aqueles, que como eu, precisam de litros dessa bebida pra viver.
via Lokesh Dakar
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quarta-feira, 27 de maio de 2009
Sobre a paz de ter-se e só.
Nem tirei os olhos do romance.
Entendi perfeitamente o que ele disse mas não tirei os olhos da droga do livro. Nem me mexi.
Não consegui me mover. Não chorei também, não naquela hora. Apenas recebi aquilo como uma flecha no peito e senti o sangue todo do corpo correr diretamente para o coração que inflou como um balão de gás prestes a estourar. Nos segundos seguintes os lábios quiseram se mover, trêmulos, mas só fizeram desenhar na face uma espécie de apatia desesperada. Choque total!
Perguntei pra mim mesmo "e agora?" Se tivesse perguntado isso a ele talvez tivesse uma resposta que não gostaria mesmo de ouvir, por isso a pergunta foi pra mim mesmo.
Meu pensamento então viajou no trem dos nossos últimos três anos e de dentro do vagão eu vi apenas os vultos pela janela. Era mesmo hora de ir, mas não queria falar, não ali, não naquela hora. Quis esboçar uma expressão de derrota, mas não consegui.
Respondi com um aceno breve, engoli em seco algo que provavelmente seria um insulto, respirei fundo e olhei de novo para baixo.
Ele enfim falou alguma outra coisa. Não entendi, pois não prestava atenção no que ele dizia. Por quê? Ora, eu tentava entender o que estava acontecendo dentro de mim, eu estava pensando em mim de novo. Estava sendo a porcaria da egoísta que ele tanto odiava. Afinal de contas era como se toda a minha alma estivesse sendo sugada por alguma mangueira invisível que a despejava no ar. Era a minha alma, porra!! Flutuei pelo quarto, juro que vi as tardes de sol com nos dois cansados pelo quarto fumando cigarros e fazendo os "joguinhos" de toda natureza. Flutuando pude ver nos olhos dele a decepção em sua forma bruta. Seus olhos diziam que ele não mais me daria chances de me redimir. Ele não ia cair mais nessa.
Cheguei a sentir no quarto o cheiro do nosso suor que à muito tempo não se manifestava, senti o tal cheiro pois sentia falta de tudo isso, ele não, não mais, e a culpa de tudo isso, claro, é minha só minha e de mais ninguém.
Finalmente reagi olhei em sua direção, deixei o livro de lado e levantei da cama. Tentei me aproximar dele com um abraço e não me surpreendi quando ele se afastou e pois as duas mãos nos meus ombros. Tente dizer que aquilo tudo ia passar e que não conseguiria viver sem ele.
Não adiantou, nem meu choro, nem as palavras nem tentar persuadi-lo a ficar. Ele se recusava a ouvir. Me exaltei bastante, as lágrimas agora vieram em torrente e senti todos os meus músculos estremecerem involuntariamente.
Percebi sua revolta, pulsante.
Cuspiu na minha cara todo o discurso da mulher que se preocupa apenas com o próprio umbigo.
Vomitou as traições que relevou, todas, em ordem cronológica.
Continuou a esbravejar incansavelmente todos os argumentos válidos para me abandonar ali naquele apartamento a mercê do tempo e das rugas.
Enquanto sua voz grave reverberava no aposento eu tomei minha decisão.
Não é necessário detalhar a fração de segundo que durou o disparo, não vem ao caso fazer, basta dizer simplesmente que vi diante dos meus olhos a vida do homem que mais amei na vida se esvair lentamente. Estranhamente o cheiro do sangue que escorreu pelo assoalho me trouxe uma mistura alívio e gozo que estão a léguas da culpa e do arrependimento.
Não é preciso dizer que me senti melhor ao saber que ele não ia embora e que involuntariamente iria ficar. Não seria de mais ninguém e ia continuar sendo somente meu enquanto eu quisesse. Isto me pois calma e pensativa. Caminhei lentamente na sua direção e toquei-lhe a face antes rosada e agora quase sem vida. Não me despedi pois não se fez necessário, afinal estaremos juntos durante toda a eternidade, e disso eu tinha absoluta certeza, sua alma me pertencia agora como pertenceu também em vida e o seu destino não poderia ser escrito de outra maneira senão esta a qual apenas tornei possível.
Coloquei a arma de volta na gaveta do criado mudo e apanhei novamente o grosso volume. Continuei a leitura saboreando lentamente cada parágrafo de tragédia, amor, angústia e dor.
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domingo, 24 de maio de 2009
o fim é querer twitar que não deveria twittar coisas como essa que resolvi blogar só pra não ter que escrever a palavra 'twitar' novamente na mesma frase
mas escrevi
não há mais como fugir do verbete do momento
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sexta-feira, 22 de maio de 2009
When i grow up...
Para os futuros publicitários como eu, a triste realidade nua e crua exposta da maneira mais franca possível.
God save us
via Piores Briefings do Mundo
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quinta-feira, 14 de maio de 2009
Poesia de concreto
Em São Paulo um peido custa R$ 1,00 mais impostos
***
Não existe mais "mulher-objeto"
todas evoluiram para sofisticados itens de design
***
Passei a vida tentando ser alguma coisa
e me disseram que alguma coisa mudou
não quero mais ser nada, então.
***
Diáspora digital já, antes que o mundo acabe em terabites
***
O suburbano é antes de tudo um forte
***
No mais, descendo dessa solidão e tudo, estou indo embora, de ônibus.
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Marcadores: Poesia
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Wikirank
Essa ferramenta on line é muito bacanuda.
Nela você pode saber quais são os artigos mais visitados da Wikipédia e ainda pode, através do site, comparar os resultados. Muito bom.
O artigo campeão de views nos ultimos 30 dias é, claro:
Swine Influenza o virus que desperou à todos (principalmente os porquinhos) com 5,344,171 views
Na imagem acima um teste de popularidade entre os Fab Four que comprova que o Ringo é um salame.
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quarta-feira, 6 de maio de 2009
Uma longa Jornada
Stop Motion | The Long Haul from DUMAIS on Vimeo.
Uma vida inteira juntos 4000 imagens e...
3 cameras fudidonas
2000 metros quadrados de estúdio
11 adoradores do Obama
2 Produtores com seus chicotes
450 kg de equipamentos
1 trilho de 360°
15 horas de maquiagem
2 atores imoveis por 22 horas
1 uma mulher com uma fantasia de dragão de festa infantil
72 horas de trabalho trabalho trabalho
1 canção "Bapapa"
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terça-feira, 28 de abril de 2009
A critério de reflexão
observando, então, o que de fato importa
posto que sofrer em vida é destino
e destino, claro, não se muda
pode-se considerar, da mesma maneira e com o mesmo peso
a alegria da vida
e a liberdade da morte
Liberdade ou escolha?
A que preço então?
Voltar a estaca zero?
Tomar logo a decisão?
Sábio é o que dá fim a angustia no momento certo
quando a morte deixa de ser a ultima derrota
e como melhor escolha torna-se vitória e não remédio
De nada importa o sofrimento, a batalha o suor
escape do seu destino, sepulcro
eu faço pior
eu não me importo
até aceito
o que a vida tem de melhor é mesmo
o que achamos que no futuro nos fará pior
Tudo que te dá prazer combate a angustia
e a angustia é, pois, melhor
pois nisso encontra-se a possibilidade
adiando a escuridão: o antídoto
renascer maior
pra depois morrer, finalmente.
Quero mais e não me importo
nem comigo nem com você
Quero os vícios todos
hedonismo concetrado
tabagismo demodè
às forras numa balada de um cômodo
meu quarto, meus livros e eu
e quem sabe, se assim quiseres, você
O caminho da morte começa ao nascer
e enquanto viver vou contribuir pra que ela chegue
quando encontra-la quero poder dizer-lhe na cara
vivi e te esperei sem tentar evitar-lhe
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